Español Lengua Extranjera UNMDP

Este blog tiene por finalidad reunir recursos útiles para la formación de docentes e investigadores en enseñanza del español como lengua extranjera de la Universidad Nacional de Mar del Plata (Argentina).

19.11.06

SE NECESITAN ASISTENTES PARA EL PROGRAMA DE ESPAÑOL. ENERO 2007

Desde el 20 hasta el 27 de noviembre de 2006 está abierta la convocatoria para seleccionar asistentes para el Programa de Español para Extranjeros (Enero 2007). Se ofrecen 12 pasantías para cubrir cargos de asistente lingüístico-cultural.

Requisitos: ser alumno activo de las carreras universitarias de Letras o Lenguas Modernas, con más del 50% de la carrera aprobada y haber cursado al menos 2 de las asignaturas del bloque lingüístico o del literario, según se especifica a continuación. Se valorará positivamente tener experiencia previa en el Programa o haber aprobado alguno de los cursos de extensión dictados por el equipo docente.

Para Letras: Bloque lingüístico: Gramática I y II, Lingüística I y II, Seminarios de Ciencias del Lenguaje . Bloque literario: Literatura hispanoamericana I y II, Literatura Argentina I y II, Seminarios de Literatura Argentina e Hispanoamericana.
Para Inglés: (sólo bloque lingüístico). Gramática castellana, Lingüística, Gramática inglesa I y II, Lengua I y II (o equivalentes según plan de estudio).

El programa se inicia el 15 de diciembre y finaliza el 15 de febrero. Las clases se desarrollan del 27 de diciembre al 20 de enero.

Evaluación y selección de postulantes: La Comisión Evaluadora analizará los antecedentes y citará a los postulantes para una entrevista personal, en la que se evaluarán los siguientes aspectos para determinar el orden de mérito:

Evaluación de antecedentes: máximo 50 puntos
  • a) Promedio de la carrera: 10 puntos

  • b) Porcentaje de materias aprobadas: 10 puntos

  • c) Promedio en la materias del bloque correspondiente (lingüístico o literario) : 10 puntos.

  • d) Antecedentes en enseñanza de español a extranjeros: 10 puntos

  • e) Otros antecedentes: 10 puntos.


  • Evaluación de la entrevista: máximo 50 puntos:
  • a) Conocimiento del enfoque y de la metodología del programa: 20 puntos.

  • b) Calidad de la presentación (en particular, fluidez y habilidad para reformular, parafrasear y adecuar el habla al interlocutor): 20 puntos.

  • c) Perfil de personalidad compatible con las exigencias del programa (flexibilidad, buen trato y buena disposición, capacidad de reacción frente a lo inesperado): 10 puntos.


  • En la entrevista se interrogará a los alumnos sobre el encuadre metodológico general del Programa, descripción del rol de los asistentes y características del enfoque. Se recomienda estudiar los textos que pueden encontrarse en esta página, especialmente los que se mencionan en las Bases.

    Requisitos formales: El postulante deberá presentar la siguiente documentación en la Secretaría de Extensión de la Facultad de Humanidades:
  • 1. Curriculum Vitae según modelo. Modelo de CV

  • 2. Certificado analítico de ALUWEB acompañado por la certificación del promedio general obtenido y del porcentaje de carrera ya aprobado.

  • 3. Fotocopia del CUIL, si posee, o en su defecto, fotocopia de las páginas 1, 2 y 3 de su DNI.

  • 4. Carta dirigida a la Directora del Programa en la que el postulante se presente y haga una breve reseña de sus antecedentes y de sus motivaciones para participar en el Programa.


  • Comisión evaluadora:
    Tutores académicos (Dra. Andrea Menegotto, Prof. Adriana Cortés, Mag. Cristina Fernández), Secretaria de Extensión y miembro de la Comisión de Extensión.

    28.9.06

    Manifiesto paulista por la calidad en la enseñanza del español

    Incluyo el manifiesto por la calidad en la implantación del español en la red de enseñanza pública del estado de San Pablo en Brasil. Está en el original en portugués. Aquellos que deseen firmar en apoyo del mismo, por favor manden un mail con sus datos a manifestoespanhol@uol.com.br.

    Manifesto pela qualidade na implantação do ensino do espanhol na Rede Pública do Estado de São Paulo

    A SEESP (Secretaria de Educação do Estado de São Paulo), em parceria com o Banco Santander/Portal Universia e com o Instituto Cervantes, está implantando um projeto conjunto para capacitar professores vinculados à rede estadual de ensino para ministrarem aulas de espanhol, independentemente de sua área de atuação, desde que possuam uma licenciatura, qualquer que ela seja. Tal projeto, denominado OYE, ESPANHOL PARA PROFESSORES, supõe a realização de um curso inteiramente à distância, com uma carga horária total de 600 horas, que inclui a "aprendizagem" da língua estrangeira, sem maior reflexão, e tópicos relacionados à metodologia.
    O projeto, idealizado para "capacitar" 45000 "professores de espanhol" em dois anos, teria início já em outubro deste ano e atingiria, nesta primeira fase, 2.000 professores da rede. As justificativas para sua implantação relacionam-se às necessidades criadas pela lei nº 11.161, que dispõe sobre a obrigatoriedade da oferta do espanhol nas escolas de Ensino Médio e, eventualmente, no Ensino Fundamental, de 5ª a 8ª séries.
    Segundo se lê no portal da SEESP (http://www.educacao.sp.gov.br/base.asp[1]), assim como em versões anteriores do projeto às quais tivemos acesso por via eletrônica e por cópia em papel, essa especialização seria "certificada" por instituições de ensino superior, às quais caberia apenas a função de intermediar o processo mediante a indicação de tutores e monitores. Com esse projeto, o estado delega a duas instituições estrangeiras (um banco e um órgão governamental espanhol de difusão da língua espanhola) a função estratégica de formar professores para atuarem no Ensino Médio, o qual, segundo os Parâmetros Curriculares do Ensino Médio, tem um papel fundamental na constituição da cidadania dos estudantes que o cursam.
    Ao mesmo tempo, o projeto desconsidera a experiência, a competência e toda a pesquisa desenvolvida nas universidades públicas brasileiras, financiadas pelos cofres públicos, e não leva em consideração o fato de haver, no Estado de São Paulo, inúmeras instituições de ensino superior, tanto públicas quanto privadas, que formam professores de espanhol atendendo às exigências legais determinadas pelo MEC para esse fim. Vale lembrar que hoje, no Brasil, um curso de licenciatura deve ser composto por um mínimo de 2800 horas, das quais somente 20% podem ser oferecidas na modalidade semipresencial. Além dessa exigência quantitativa, também há uma série de outras exigências que as instituições de ensino devem atender para formar professores, como por exemplo: a titulação do corpo docente, a produção acadêmica de professores e estudantes, a disposição de acervo específico em suas bibliotecas, etc.
    Esta atitude "apressada" - que atende a um argumento de urgência que não se sustenta completamente e que não pode se sobrepor ao de qualidade - levada a cabo pela SEESP contribui, ainda, para a criação de duas categorias de professores: a dos formados de acordo com as exigências legais, em cursos de 2800 horas, avaliadas constantemente pelo Poder Público, e a dos formados à distância, num curso de 600 horas on-line, operado por um Banco, representado pelo seu portal na Internet, e um Instituto de Idiomas. A escola pública ficará necessariamente com estes últimos. Aos seriamente formados, em grande parte graças ao dinheiro público, que ainda não atuam na rede estadual restará trabalhar na escola privada, em detrimento da pública.
    Pelos motivos expostos anteriormente, nós, professores de espanhol, de diferentes níveis e modalidades de ensino, vinculados a instituições públicas ou privadas, manifestamos nosso total desacordo em relação ao referido projeto, que afetaria sobremaneira a qualidade do ensino das escolas públicas. Por isso, exigimos do poder público que:
    suspenda imediatamente o início desse curso;
    atenda às exigências legais para a formação de professores de espanhol;
    abra concurso para contratação de professores de espanhol para a rede oficial de ensino do Estado de São Paulo;
    abra concursos para professores de espanhol nas Universidades Públicas, a fim de ampliar o número de vagas nas instituições que já formam professores de espanhol;
    sejam implantados novos cursos de formação de professores de espanhol nas Universidades públicas que não oferecem essa habilitação;
    sejam convocadas as entidades e profissionais competentes para essa missão, a fim de elaborarem um projeto de formação de professores de espanhol que esteja de acordo com os parâmetros de qualidade necessários e que atenda as exigências legais estabelecidas para a formação de professores para a rede pública e particular de ensino.




    [1] Consulta feita em 23/09/2006.

    29.8.06

    AGRADECIMIENTOS

    Terminó el II Coloquio CELU. Fue un gran esfuerzo organizarlo, pero la verdad es que el resultado fue estupendo. Quiero agradecerles especialmente a todos los que, desde Mar del Plata, hicieron posible el encuentro:

    a Adriana Cortés, Cristina Fernández y Marcela Burger, porque gracias a ellas todo funcionó perfecto;

    a Belén Grisolía, Marina del Sol González, Paula Abad, Miriam Abelén, Romina Fabri y Lourdes Gasillón, por la ayuda con la base de datos, las invitaciones, las llamadas telefónicas y la mesa de inscripción;

    a Juan Erasun, Sofía Romanelli, Mercedes Rodríguez, Federico Pinilla y todos los chicos del grupo de español de la UNMDP, que siempre estuvieron dispuestos a ayudar donde hiciera falta;

    a Ema Burmester, por su apoyo y su confianza constantes;

    a María Silvia Luenzo por el diseño del material gráfico;

    a Carlos Hudson, por organizar las mesas de libros;

    a Lucas, del Departamento de TV de la UNMDP, por el excelente trabajo de edición del video del Programa Mar del Plata, a Eduardo, por filmar nuestro trabajo, y a Darío y Fabián por las ideas y por la buena onda (¡y por el mate!);

    a Pablo Salgado, por la locución en la sesión pública y las críticas constructivas a nuestros desarrollos audiovisuales;

    a Nadia Stork, por organizar la mesa de turismo y soportar nuestra vehemencia;

    a Margarita Farina, por organizar el alojamiento de todos los visitantes;

    a Jorge López, por su ayuda con la logística del Aula Magna de Derecho;

    a Juan Carlos Tondat y a Marcelo, por el magnífico trabajo con el sonido, los powerpoints y toda la parafernalia tecno;

    a la gente de protocolo de la Municipalidad, especialmente a su responsable, Sra. Mabel Pallanza, por su ayuda en la organización de la sesión pública,

    y a todo el personal, docentes, no docentes y funcionarios de la Facultad de Humanidades y del Rectorado de la Universidad Nacional de Mar del Plata que desde sus respectivas funciones vieron la importancia del desarrollo del CELU y nos
    ayudaron y siguen ayudándonos a llevarlo adelante: el Rector, Arq. Daniel Medina;
    la Subsecretaria Académica, Dra. Mariana Canedo; la Subsecretaría de Extensión Universitaria, muy especialmente Soledad; la Decana, Dra. Ma. Luz González Mezquita;
    la Vicedecana, Prof. Marta Villarino; el Secretario de Coordinación, Prof. Gerardo Rodríguez; la Directora del Departamento de Letras, Dra. Aymará de Llano; la Directora del Departamento de Lenguas Modernas, Prof. Adriana Caamaño; los chicos de la Secretaría Legal y Técnica, y todo el personal no docente de la Facultad de
    Humanidades, en especial Marcelo Volpe, Ana, Nacho, Laura, Miguel, María y Mariela.

    ¡Muy buen trabajo!

    Andrea

    26.8.06

    CONCLUSIONES DEL II COLOQUIO CELU

    Terminó el II Coloquio CELU. Fue un gran esfuerzo organizarlo, pero la verdad es que el resultado fue estupendo. A continuación, el informe completo del encuentro, con las conclusiones.



    En la ciudad de Mar del Plata, los días 18 y 19 de agosto de 2006, en la Facultad de Derecho de la Universidad Nacional de Mar del Plata, se realizó el Segundo Coloquio CELU para el que se reunieron especialistas en la enseñanza y la evaluación de lenguas extranjeras, docentes e investigadores en español como lengua extranjera de universidades estatales y privadas y de otras instituciones de enseñanza del país.
    Algunos equipos de las unidades académicas presentes presentaron proyectos, iniciativas, informes de desarrollo y resultados de investigación en relación con el área de evaluación de Español como lengua segunda y extranjera. Participaron con presentaciones investigadores de las universidades nacionales de Córdoba, el Litoral, La Plata, Mar del Plata, Buenos Aires, Centro de la Provincia de Buenos Aires, de CONICET, de la Universidad del Salvador, del Instituto Superior del Profesorado en Lenguas Vivas Juan Ramón Fernández, de la Asociación Argentina de Docentes de Español y de SET-Idiomas. Asistieron también al debate docentes de otras instituciones públicas y privadas de Argentina y Brasil involucradas en la enseñanza de español como la Universidad Nacional de San Luis, la UN de Lomas de Zamora, la UN de Rosario, la UN del Nordeste, la UN de Formosa, la UN de Misiones, el Instituto Cultural Brasil Argentina de Curitiba, la Asociación de Escuelas Lincoln, la Fundación Ortega y Gasset de la Argentina, las editoriales Finisterre y Voces del Sur, CEM English, Biltmore English Center, Centro Alpha, Northern Hills, ELTeam Consultancy, DWS Buenos Aires, Dictio y Español de Buenos Aires.

    El Coloquio contó con la presencia de dos especialistas del exterior y cinco argentinos invitados como conferencistas: Lorena Llosa, de la Universidad de Nueva York (Steinhard School of Education) y Matilde Scaramucci, de la Universidad de Campinas. La Dra. Llosa dictó una conferencia de actualización sobre el estado de las investigaciones en validación de exámenes de lengua extranjera, en la que presentó el modelo del argumento del uso de la evaluación de Lyle Bachman (en prensa). La Dra. Matilde Scaramucci explicó en su conferencia los fundamentos teóricos del CELPE-Bras y mostró algunos resultados de sus investigaciones sobre los efectos retroactivos del CELPE-Bras en las aulas de portugués de Brasil. La Dra. Gabriela Leighton, directora del Centro de Posgrado en Enseñanza de Lenguas de la Universidad de General San Martín, presentó las posibilidades que brindan los cursos de español a través del arte para el trabajo con alumnos de nivel avanzado. El Dr. José Luis Moure, miembro de número de la Academia Argentina de Letras, presentó en su conferencia las consecuencias que se derivan del concepto tradicional de norma monocéntrica hispánica – entre ellas, las actitudes estigmatizantes respecto del habla “contaminada” de la mayoría de los hispanohablantes - frente al más real y adecuado concepto de normas pluricéntricas en relación con la identificación de “lo correcto”. El Dr. Salvio Martín Menéndez, investigador de CONICET, UBA y UNMDP especialista en análisis del discurso, presentó su modelo estratégico-discursivo y relacionó género discursivo, registro y estilo para ejemplificar el concepto de texto-tipo. La Prof. Adriana Boffi Canepa, profesora de la UN de La Plata y Senior Team Leader para la Argentina y Chile de los exámenes internacionales de inglés de Cambridge University, explicó algunas características del Marco Europeo de Referencia para la Enseñanza, la evaluación y la certificación de lenguas extranjeras, y mostró algunos efectos del mismo en la estructura de los exámenes europeos. Finalmente, el Prof. Daniel Cabrera, politólogo asesor del CELU en temas estadísticos, presentó algunas interpretaciones estadísticas de los resultados de los exámenes tomados en 2004 y 2005.

    Se realizó una sesión pública, a la que se invitó a los principales referentes sociales e institucionales de Mar del Plata. En la misma, se presentó al público el tema de la enseñanza de español a extranjeros en la Argentina como disciplina académica y como recurso económico, y se presentó oficialmente en Mar del Plata el CELU, Certificado de Español Lengua y Uso de la Argentina. Abrió la sesión la Decana de la Facultad de Humanidades de la Universidad Nacional de Mar del Plata, Dra. María Luz González Mezquita, informando a la comunidad la próxima firma del convenio marco entre el Consorcio Interuniversitario CELU y la UNMDP. La Prof. Leonor Acuña, Secretaria Ejecutiva del mencionado Consorcio, presentó una síntesis de los desarrollos de los últimos 20 años de la disciplina en la Argentina, enfocándose en las características de la política lingüística impulsada desde el Consorcio en relación con la certificación del español como lengua extranjera. La Dra. Andrea Menegotto, investigadora del CONICET y Directora del Programa de español para extranjeros de la UNMDP, presentó a la comunidad el video El método Mar del Plata de español para extranjeros, desarrollado por el Programa de Español y el Departamento de Televisión de la UNMDP y la Prof. Adriana M. Cortés, coordinadora académica del mismo Programa, explicó el potencial que la disciplina tiene como motor de desarrollo local para diversas áreas de producción y servicios, en especial para las vinculadas con el turismo y la producción editorial y de bienes de consumo. Finalmente, las profesoras Silvia Prati y Sonia Bierbrauer, miembros de la Comisión Académica del Consorcio CELU, presentaron oficialmente en Mar del Plata el CELU, examen de español para extranjeros de la Argentina.

    Se realizó también una mesa sobre turismo y enseñanza de español a extranjeros, coordinada por la Mag. Nadia Stork, que contó con la presencia de los representantes de la Asociación Argentina de Docentes de Español (AADE) Lucrecia Ochoa y Gabriela Russell, el Sr. Marcelo García del SEA y el Sr. Leandro Laffan, Jefe de Desarrollo de Productos del Ente Municipal de Turismo de Gral. Pueyrredón. Se discutieron las divergencias entre los datos que manejan los organismos oficiales de turismo y la AADE, respecto del número de extranjeros que estudian español en la Argentina (25000 frente a 13000 para el año 2005) y se plantearon las preocupaciones de los actores profesionales de la enseñanza y la evaluación del español como lengua extranjera respecto de las publicaciones y de las políticas encaradas por la SECTUR para el sector. Los representantes de las universidades nacionales presentes manifestaron su preocupación por los contenidos del material promocional que la SECTUR llevará a la Feria de Turismo de Berlín, que excluye a la mayoría de las universidades que ofrecen cursos de ELE y que tiene un marcado sesgo en favor de instituciones privadas. También se solicitó que la SECTUR elabore un proyecto para desarrollar la enseñanza de español en los próximos años teniendo en cuenta que los logros alcanzados hasta ahora son debidos al esfuerzo individual y al de las instituciones dedicadas a la enseñanza del español como lengua extranjera y que sería necesario además, desde el punto de vista turístico, favorecer áreas no tradicionales para la visita de los extranjeros.

    En las mesas de expositores, se presentaron 18 ponencias que versaron sobre diferentes aspectos de la evaluación. Los trabajos se presentaron en cuatro mesas diferentes. La mesa 1 se destinó a la presentación de trabajos del equipo del Laboratorio de Idiomas de la Facultad de Filosofía y Letras de la UBA que utilizaron el CELU como fuente de datos para su análisis. La mesa 2 incluyó trabajos del mismo equipo y de los equipos de las Universidades Nacionales de Córdoba y del Litoral, también sobre la base de datos CELU, junto con la presentación de la experiencia del equipo de La Plata sobre diagnóstico. La mesa 3 se organizó alrededor de las experiencias de evaluación de los equipos de trabajo de la Universidad de Córdoba, la Universidad del Salvador, la Universidad del Centro de la Provincia de Buenos Aires y SET-Idiomas, una institución privada cordobesa. La mesa 4 estuvo dedicada a proyectos de investigación centrados en la figura del evaluador y la confiabilidad de la corrección, con trabajos del equipo del Laboratorio de Idiomas de la UBA, las universidades de Córdoba y del Salvador, y la Asociación Argentina de Docentes de Español.

    Como actividades finales del Coloquio, se realizó un taller de corrección de exámenes CELU, y una reunión de investigadores y especialistas en enseñanza de español como lengua extranjera. En esa reunión, se debatió acerca de las conclusiones y expectativas a partir del trabajo en estas jornadas. Los participantes reflexionaron acerca del efecto benéfico, convocante y enriquecedor que tiene el intercambio de conocimiento y los proyectos sobre evaluación entre los miembros de las unidades académicas.

    Como conclusión del encuentro, se resolvió llevar adelante una serie de acciones tendientes a promover el sector de enseñanza y certificación del español como lengua extranjera en la Argentina, apoyadas en las capacidades concretas de cada institución y cada grupo de trabajo. Se intentará el trabajo complementario de los actores del sector, de manera de lograr una interacción sinérgica que potencie las posibilidades de concretar resultados en el corto plazo. Se abrirá un foro, lista o página que interrelacione a los diferentes participantes.
    acordó llevar adelante las siguientes acciones:

    · volcar en el portal CELU toda la información relativa a este coloquio.

    · realizar el III Coloquio CELU en un año. Los organizadores serán los equipos de la Universidad Nacional de La Plata y de la Universidad del Salvador, quienes confirmarán en su momento la sede definitiva del mismo. Existe la posibilidad de que el Prof. Lyle Bachman asista, si se logran los recursos económicos necesarios para ello.

    · actualizar y ampliar el Documento CELU, como argumento de uso de la evaluación que se realiza mediante los exámenes CELU, que deberá incluir los usos previstos y ya probados del examen, definir el constructo que el CELU intenta evaluar, y asentar y prever la documentación gradual de los datos cualitativos y cuantitativos para la confiabilidad de los resultados, la validez de las interpretaciones y los efectos retroactivos previstos y reales. La Comisión Académica del CELU definirá líneas de investigación que se requieran para la validación del examen, con propuestas concretas a los distintos grupos e investigadores del país.

    · recomendar a los investigadores que estén en condiciones de dirigir y formar nuevos investigadores, que contribuyan a la dirección o co-dirección de maestrandos y doctorandos junto con los especialistas en español lengua extranjera, para desarrollar en un plazo razonable una base sólida de investigadores formados en las distintas líneas de la lingüística aplicada a la enseñanza de la lengua (investigaciones en metodología, en evaluación de lenguas, en efectos retroactivos, etc.). Se requieren como directores y codirectores especialistas en otras disciplinas vinculadas estrechamente con los desarrollos posibles en lingüística aplicada, entre ellos, y de manera no excluyente, en teoría lingüística general, análisis del discurso y de la conversación, gramática textual, pragmática, etnografía del habla, psicolingüística, neurolingüística, literatura, sociología, modelos matemáticos, estadísticos y computacionales, organización institucional, etc.

    · integrar una red de cooperación entre los distintos actores intervinientes en la enseñanza y la certificación de ELE. La red incluirá a todos los participantes del II Coloquio y quienes, aún sin haber podido asistir, estén dispuestos a participar. Se entiende que la participación en esta red implica el acuerdo en una política lingüística de norma pluricéntrica, que promueva los desarrollos nacionales y regionales en temas de ELE y tienda a la consolidación del CELU, basados en la confianza en que los actores intervinientes están dispuestos a complementar sus esfuerzos y capacidades.

    · para llevar adelante esta red de cooperación, cada institución o grupo de trabajo realizará su propio relevamiento institucional e informará al resto cuáles son sus recursos humanos, técnicos, y académicos disponibles, sus áreas de fortaleza y sus áreas de vacancia, e identificará sus prioridades en relación con ELE.

    · se buscará concretar esa red de cooperación en un proyecto financiable por los organismos nacionales de investigación y desarrollo. Se sugirió la presentación a la convocatoria IP-PAE de la Agencia Nacional de Promoción Científica y Tecnológica. En caso de que no se llegue a tiempo por la proximidad de la fecha límite, se buscarán otras alternativas.

    · redactar un documento que cada equipo elevará para la firma de las autoridades de su institución (Rector o Consejo Académico) para ser elevada a la Secretaría de Turismo de la Nación, expresando nuestra preocupación por las políticas de promoción del sector encaradas por la SECTUR y solicitando que se reformulen los materiales impresos. Entendemos que toda publicación relacionada con la enseñanza de español para extranjeros destinada al exterior que sea financiada y distribuida por los organismos del estado, debe incluir a las universidades públicas y privadas y a los institutos terciarios del país que llevan adelante la enseñanza a extranjeros y la formación de profesionales de primer nivel. Entendemos también que es necesario que los organismos del estado que, de una manera u otra, están involucrados con la enseñanza del español y con los extranjeros que vienen a la Argentina a estudiar español trabajen en estrecha vinculación con los equipos de español de las universidades argentinas.

    · en relación con este último punto, se resolvió elevar una carta a estos organismos solicitando la creación del área ELSE en el ámbito de Relaciones Internacionales del Ministerio de Educación, Ciencia y Tecnología, con la función de coordinar acciones entre los equipos de español de las universidades e instituciones argentinas que llevan adelante la enseñanza y la formación de profesores de español como lengua segunda y extranjera y los organismos del estado que, de una manera u otra, están involucrados con la enseñanza del español y con los extranjeros que vienen a la Argentina a estudiar español, a saber: el Ministerio de Educación, Ciencia y Tecnología, el Ministerio de Relaciones Exteriores, la Secretaría de Cultura de la Nación, el Ministerio del Interior y la Secretaría de Turismo de la Nación, así como otros organismos provinciales o municipales que requieran del apoyo y la coordinación del sector. Esta área o mesa de coordinación debe estar en vinculación directa con el CELU y con las áreas curriculares de español como lengua segunda, y debe contar con presupuesto propio.

    20.6.06

    II COLOQUIO CELU

    Estamos organizando el II Coloquio CELU en Mar del Plata.

    18 y 19 de agosto de 2006
    Universidad Nacional de Mar del Plata
    iicoloquiocelu@gmail.com


    SON OBJETIVOS DEL II COLOQUIO CELU:

    * conformar un grupo responsable de investigadores de diferentes universidades que integre los proyectos existentes con temáticas semejantes en una red académica interuniversitaria
    * constituir un grupo responsable[1] de investigadores que diseñe el proyecto de validación a gran escala del CELU
    * promover nuevas líneas de investigación en el área de enseñanza y evaluación del español como lengua extranjera
    * difundir entre la comunidad académica relacionada con la enseñanza del español los desarrollos actuales en torno al CELU y a las evaluaciones de español como lengua extranjera

    TEMÁTICA DEL II COLOQUIO CELU:
    Los temas que se abordarán en este Coloquio son los siguientes:

    * evaluación y certificación de español como lengua extranjera
    * confiabilidad y validez de exámenes de lengua extranjera
    * efectos retroactivos de los exámenes de lengua extranjera
    * métodos cualitativos y cuantitativos para el análisis de evaluaciones


    EXPOSITORES DEL EXTERIOR CONFIRMADOS:

    Lorena Llosa. Estado actual de las investigaciones sobre validación de exámenes de lengua extranjera.
    Recibió su doctorado de la Universidad de California bajo la dirección de Lyle Bachman. Es actualmente Profesora en la Universidad de Nueva York (Steinhardt School of Education). Sus investigaciones se focalizan en la validación de evaluaciones de dominio y de contenido de inglés como lengua extranjera. Ha realizado estudios de validación a gran escala para el estado de California. Es revisora de Language Assessment Quarterly.

    Matilde Scaramucci. ¿Por qué evaluar el uso? Impactos sociales potenciales de la evaluación de dominio en la enseñanza/aprendizaje de lengua extranjera.
    Recibió su doctorado en la Universidad de Campinas, donde es actualmente Profesora. Es directora del proyecto CELPE-Bras (examen de proficiencia de portugués de Brasil) y se especializa en los impactos sociales de la evaluación en contextos de enseñanza-aprendizaje de lengua segunda y extranjera. Tiene una amplia trayectoria en investigación sobre los efectos retroactivos de los exámenes de lengua extranjera en la enseñanza de la lengua. Ha contribuido desde el comienzo al desarrollo conceptual del CELU y a establecer parámetros de homologación entre el CELU y el CELPE-Bras.

    PRESENTACIÓN DE TRABAJOS:
    Sólo se aceptarán trabajos sobre las temáticas del Coloquio:
    evaluación y certificación de español como lengua extranjera, confiabilidad y validez de exámenes de lengua, efectos retroactivos de los exámenes de lengua extranjera, métodos cualitativos y cuantitativos para el análisis de evaluaciones

    ENVÍO DE RESÚMENES
    El resumen, de no más de 300 palabras, se realizará, preferentemente, en Word o WordPerfect. Rogamos nombrar al documento con el apellido del autor (Perez.doc). El documento incluirá: título de la presentación, autores, filiación institucional, correo electrónico y cinco o seis líneas de curriculum de los autores. Se enviará por correo electrónico como documento adjunto hasta el 17 de julio de 2006 a la siguiente dirección: iicoloquiocelu@gmail.com.

    CARACTERÍSTICAS DE LOS TRABAJOS
    EL COLOQUIO NO TENDRÁ MESAS SIMULTÁNEAS.
    Los trabajos no deberán superar las 5 páginas A4 (aprox. 3000 palabras o 15 000 caracteres), y cada expositor dispondrá de 15 minutos para su presentación. Si la cantidad de trabajos recibidos exigiera la apertura de mesas simultáneas, se les pedirá a los autores que presenten sus trabajos como posters.

    INSCRIPCIÓN COMO ASISTENTES
    Aquellos docentes e investigadores en temas de enseñanza de español como lengua segunda y extranjera que deseen inscribirse como asistentes podrán hacerlo a partir del18 de julio.


    COSTO DE INSCRIPCIÓN:
    Asistentes: $ 10. Expositores $20.
    El arancel se abonará en el momento de la acreditación.

    [1] En términos de la Agencia Nacional de Promoción Científica y Tecnológica

    18.3.06

    Seminario de enseñanza de español como lengua extranjera

    19.1.06

    Sos voz. Revista de literatura hispanoamericana y argentina

    Como resultado del trabajo en el Programa de Español para extranjeros de la UNMDP, publicamos una revista en línea sobre temas de cultura y literatura. La revista, Sos voz, fue el proyecto final de los cursos de Literatura Argentina y Literatura Hispanoamericana de la edición enero 2006 del Programa. Los artículos de Sos voz que hoy presentamos fueron escritos por las alumnas. Los profesores que lograron hacer audibles las voces fueron Cristina Fernández y Fabián Iriarte, con la asistencia de Mercedes Rodríguez.

    El nombre que entre todos eligieron para la revista, Sos voz, es muy significativo. El vos y la voz unidos en un título polifónico y multicultural, la cultura y la literatura argentina vistas por alumnos extranjeros que nos ven desde la perspectiva de su propia identidad.

    Esperamos que Sos voz sea un espacio de encuentro.

    Y vos, ¿qué pensás? ¿Te gusta la propuesta? Esperamos tus comentarios. Porque vos, también, sos una voz que queremos escuchar.

    12.1.06

    Morfología verbal del español del Río de la Plata

    La editorial Finisterre (finisterremdq@yahoo.com) acaba de publicar mi libro Morfología verbal del español del Río de la Plata. Para quienes me sufrieron en los cursos de gramática pedagógica, es una versión actualizada y muy prolija de las fichas de clase sobre las reglas de formación de los verbos: ¿las irregularidades de los verbos aparecen en todas las personas, o solamente en algunas? ¿en cuáles? ¿hay verbos irregulares solamente en la primera persona plural? ¿en qué tiempos? ¿cómo puedo saber si un verbo es irregular en todas las personas del presente de subjuntivo?

  • Marco ele. Reseñas
    • ¡Por supuesto, espero sus comentarios!

      27.12.05

      Búsqueda bibliográfica

      Agregué bajo el título Acceso a bibliografía los vínculos a Google scholar y Google print. Son herramientas excelentes para buscar bibliografía en revistas científicas y en libros académicos. Por supuesto, no hay que olvidar las críticas a este sistema de indización que son, básicamente, el riesgo del monopolio de ideas y de censura: ¿quién decide qué se sube a la red y qué no? Por el momento, se están indizando revistas científicas de primer nivel y libros de las principales editoriales universitarias de habla inglesa. Mientras no llegue un Gran Hermano a legislar el tema y decidir qué se sube y qué no, estas herramientas nos permiten acceder de manera fácil (y en muchos casos, gratuita) a bibliografía cientifica inaccesible de otro modo..


      Al pie de este blog hay un ícolo de Google scholar para que prueben la búsqueda de artículos científicos y material académico. Por ejemplo, si prueban "task oriented approach" encontrarán más de 600 000 entradas, muchas referidas a otras disciplinas. Si lo ajustamos a "task oriented approach language teaching" encontrarán abundante material sobre el enfoque entre las 60 000 entradas que aparecen. Si hacen la búsqueda en español (enfoque por tareas) encontrarán cerca de 14 000 entradas, muchísimas dedicadas a la enseñanza del español.

      26.11.05

      CONVOCATORIA A ASISTENTES PARA ENERO 2006

      2.10.05

      Foro sobre ELE en AADE

      23.8.05

      Gramáticas del español

      Este mensaje es, en primer lugar, para mis estudiantes del curso "Gramática castellana orientada a la enseñanza del español como lengua extranjera", pero esto es un blog y, como tal, está abierto a los comentarios y sugerencias de todos los que se acerquen.

      El primer texto que deberán leer para la materia es Álvarez y Menegotto (2004). Allí hacemos una clasificación de las gramáticas según el receptor al que está dirigido, y mencionamos algunas de las gramáticas más usuales en el medio argentino. El artículo pueden encontrarlo en:

    • Álvarez, Zelmira y Menegotto, Andrea 2004. Gramáticas comunicativas del inglés y del español


    • Una vez que hayan leído el texto, los invito a visitar la biblioteca de la Universidad, el Centro de Documentación de la Facultad y a navegar por el ciberespacio. Vamos a buscar las gramáticas del español que tenemos disponibles, y a tratar de determinar su utilidad para sus diferentes usuarios potenciales.

      Me gustaría que pudieran dejar, como comentario a este mensaje, lo que vayan encontrando. Deben hacer clic donde dice Comment y se les abrirá una ventana para escribir. Si no se animan a comentar la gramática que encontraron, dejen al menos el dato bibliográfico completo y, si la encontraron en la red, el vínculo correspondiente.

      Si tienen algún problema técnico o encuentran un vínculo de esta página que no funcione, pueden dejar también el comentario y trataremos de arreglarlo juntos.

      19.8.05

      Enfoque metodológico: trabajo por proyectos

      A continuación podrán encontrar diferentes documentos que desarrollan el enfoque metodológico general (comunicativo y por tareas) que utilizamos en nuestro programa de cursos de español como lengua extranjera.

    • Menegotto 1999: Del aula a la calle.

    • Menegotto 2005: el trabajo por proyectos y la evaluación

    • Menegotto y Cortés 2005: Jornadas de extensión 2005

    • Our methodological framework (2005)
    • Programa Mar del Plata

      Estos vínculos los llevarán a la información sobre los cursos de español que se dictan en la Universidad Nacional de Mar del Plata.

    • Promoción cursos enero 2006

    • Brochure courses January 2006

    • Why we do what we do
    • 13.8.05

      David Nunan en Argentina

      David Nunan, uno de los autores que desarrolló ampliamente el enfoque por tareas sobre el que se basa la metodología que usamos en el Programa Mar del Plata, va a estar en la Argentina invitado por la editorial Thompson. Hay actividades en Bs.As. En Mar del Plata se podrá seguir una de las actividades por video-conferencia en el colegio Einstein. En el link al que lleva el título de este mensaje podrán encontrar más información.

      10.8.05

      1er coloquio CELU

      Estuvimos en el 1er Coloquio CELU. Se realizó en Bs.As. el 4 y 5 de agosto de 2005. Se reunieron docentes e investigadores de distintas universidades del país y del Uruguay, además de Graciela Vázquez de la Universidad Libre de Berlín y Matilde Scaramucci, de la Universidad de Campinas, que dictaron seminarios.
      Graciela Vázquez habló sobre competencia estratégica, y Matilde Scaramucci habló de los efectos retroactivos de los exámenes en la enseñanza, y ejemplificó con el examen CELPE-Bras, examen oficial de portugués de Brasil, al que caracterizó con sumo detalle.
      En el coloquio se presentaron proyectos e iniciativas de investigación en relación con el área de evaluación de Español como lengua segunda y extranjera. Mar del Plata presentó los siguientes trabajos:
      * "Trabajo por proyectos en la enseñanza de español a extranjeros: el problema de la evaluación” (Andrea Menegotto).
      * “CELU (español) – IELTS (inglés): análisis comparativo de los exámenes de lengua en uso” (Mariel Gauna)
      * “Indireccionalidad y contexto en las estrategias de cortesía:
      análisis contrastivo entre hablantes de español como lengua
      materna y extranjera (variedad rioplatense)” (María Belén Grisolía)
      * “El significado pragmático, del nivel básico al avanzado” (María Belén Gómez)
      * "La recepción del hablante nativo de la producción del hablante extranjero". (Marcela Burger)

      Recibimos muchas preguntas acerca del trabajo por proyectos. De acuerdo con lo que escuchamos, somos la única institución del país que lleva adelante un programa de enseñanza de español por tareas tan exhaustivo.
      En el marco del Coloquio se acordó la incorporación de las universidades nacionales de La Plata y de Mar del Plata al equipo académico del Consorcio Interuniversitario, con la presencia del Director de Nacional de Cooperación Internacional del Ministerio de Educación, Ciencia y Tecnología de la R.A., Miguel Vallone y del Consejo Directivo del Consorcio Interuniversitario (la decana de la Facultad de Lenguas de la UNC, el Decano de la Facultad de Filosofía y Letras de la UBA y el Secretario de Ciencia y Técnica de la UNL, y la Secretaria Ejecutiva del Consorcio).

      24.7.05

      Biblioteca SECyT

      Esta biblioteca electrónica oficial de la Secretaría de Ciencia y Técnica de la Argentina incluye revistas de múltiples especialidades. Desde una máquina fuera de la universidad sólo se puede acceder a las publicaciones gratuitas, desde las máquinas de la Universidad se accede a las revistas con las que tienen suscripción.

      23.7.05

      Información general

      Páginas de instituciones que brindan gran cantidad de información general y específica sobre lingüística y/o español.

      22.7.05

      PARA QUÉ ESTE BLOG

      Hola. Los invito a navegar este blog, a buscar bibliografía y sitios interesantes para la enseñanza del español y para la formación de profesores e investigadores.
      Si encuentran un sitio interesante, publiquen un comentario con el dato, indicando la dirección de la página y qué encontraron en ese sitio. Regularmente trataré de actualizar el blog organizando los contenidos en categorías (o alguno de ustedes aprende a hacerlo!!)
      Bienvenidos, y espero sus comentarios.
      Yo trataré de mantener actualizada la información sobre las actividades de español como lengua extranjera en las que participemos.

      Andrea

      CELU

      Es el sitio oficial del CELU, Certificado de Español Lengua y Uso. Es el examen de español para extranjeros oficial de la Argentina.

      10.7.05

      PROBLEMAS: LA CERTIFICACIÓN UNITARIA DEL ESPAÑOL

      Del 14 al 18 de junio de 2005, en Rosario, asistí a las 1as Jornadas para la certificación unitaria del español como representante del decano de la Facultad de Filosofía y Letras de la UBA. Asistieron representantes de 19 países hispanoamericanos, con la excepción de Cuba. La reunión fue convocada por el Instituto Cervantes.

      El discurso inaugural del director del Cervantes planteó el objetivo central de las Jornadas: sentar las bases para un sistema panhispánico de certificación del español desde una perspectiva unitaria que acordarían por consenso los rectores de las universidades de lengua española que se reunirían en Salamanca en octubre de 2005.

      El Secretario de Políticas Universitarias de la Argentina, Juan Carlos Pugliese, en representación del Ministro de Educación Filmus, insistió en que la política del Estado Argentino es la alfabetización para todos. En lo que respecta al español como lengua extranjera, dejó en claro que el CELU es un examen oficialmente reconocido y apoyado por las autoridades, y señaló la importancia que tienen para la Argentina los compromisos adquiridos con el Mercosur y con Brasil.

      Por la tarde, se presentaron los exámenes de español con proyección internacional existentes: el EPLE de la UNAM, el DELE de España y el CELU de la Argentina. Técnicamente, quedó claro que el CELU se mostró en el encuentro como un examen más ágil y nuevo que permite evaluar los distintos niveles de la lengua en el uso y soluciona, a través del empleo de material auténtico entre otras decisiones, el problema que para los españoles se presentaba como insoluble que es el de la gran diversidad dialectal que posee el español, ya que es lengua oficial de 21 naciones que tienen a su vez una diferenciación importante en regiones y conflictos lingüísticos importantes. Los técnicos a cargo del CELU presentes en la reunión mostraron claramente los avances que se están logrando en condiciones sumamente modestas. Tanto el EPLE como el DELE muestran importantes problemas técnicos en el tratamiento de la variedad dialectal, debido a que no se trata de exámenes de lengua en uso sino de conocimiento.

      Luego de dos días de discusiones, se redactó un documento en el que
      se acordó constituir una comisión “Grupo de Trabajo” que estará a cargo de la redacción y difusión de un documento que firmarían los rectores en Salamanca (no sabemos aún qué rectores ni quién los invita). Ese grupo de trabajo estará integrado por cinco miembros: uno del DELE (examen español), uno del EPLE (examen mexicano), uno del CELU (Leonor Acuña o Héctor Manni), el representante de la universidad de Santiago de Chile y el representante de Costa Rica.

      Se acordó también crear un grupo de enlace, integrado por 19 miembros, cada uno de los cuales representaría a los distintos países que participaron del encuentro, que deberá enterarse de lo que hace el grupo de trabajo anterior y difundirlo entre las universidades de su país. Hasta ahora, nadie recibió ningún documento para discutir. De acuerdo con información transmitida por los representantes del CELU, no se ha comenzado a discutir ningún documento.

      Desde la perspectiva de los representantes del CELU presentes (entre los que me incluyo), un sistema de certificación unitario resulta inaceptable por varias razones:

      a) por la insistencia en la difusión de la lengua española por encima de las lenguas regionales

      b) por la insistencia de un enfoque “unitario” de la certificación, en lugar de un enfoque de reciprocidad y reconocimiento mutuo de los desarrollos existentes y futuros

      c) por la no mencionada pero inevitable necesidad de que, si hay una certificación unitaria, existirá una institución superior “certificadora” POR ENCIMA DE LAS UNIVERSIDADES Y MINISTERIOS DE EDUCACIÓN NACIONALES que ponga el sello.

      d) porque el problema de la certificación unitaria del español es un problema prematuro en Hispanoamérica: nuestro desarrollo está en una etapa inicial. En ese sentido, se estaría condicionando los desarrollos futuros.

      e) porque estaríamos, nuevamente, apoyando una política hegemónica de imposición en lugar de una política de orientada a la cooperación y la vinculación internacional que contribuya al desarrollo de las iniciativas hispanoamericanas.

      El tema es muy complejo, ya que se mezclan cuestiones de política lingÜística con cuestiones económicas: está en juego un mercado muy amplio, por el que tanto la Argentina como cualquiera de los demás países hispanoamericanos está en condiciones de competir... si no se condicionan los requisitos.

      La calidad académica del examen argentino quedó claramente de manifiesto en Rosario. Ahora es necesario trabajar para manenerla, para aumentar la base de gente en condiciones de sostener ese desarrollo, y para ampliar las perspectivas comerciales del emprendimiento.

      Google Scholar